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Crédito à habitação: prestação mensal poderá agravar-se até 7% até dezembro.
Apesar de o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido, na última reunião, manter inalteradas as taxas de juro diretoras, os analistas consideram que este período de estabilidade poderá ser temporário. A evolução da conjuntura económica internacional, em particular o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e uma eventual subida sustentada dos preços do petróleo, poderá voltar a pressionar a inflação na Zona Euro. Caso esse cenário se confirme, aumentam as expectativas de que o BCE possa ser levado a retomar o ciclo de subida das taxas de juro, sendo admitida por alguns analistas a possibilidade de até duas novas atualizações antes do final do ano, com impacto direto no custo do crédito, nomeadamente nos empréstimos à habitação indexados à Euribor. -
Financiamento à habitação com garantia pública alcança valor recorde entre os jovens.
O crédito à habitação destinado à compra de casa por jovens continua a ganhar peso no mercado. No segundo trimestre do ano, mais de metade dos novos empréstimos para aquisição de habitação própria permanente foram concedidos a jovens ao abrigo da garantia pública do Estado, registando o valor mais elevado desde a entrada em vigor desta medida. A crescente adesão ao mecanismo de garantia pública tem permitido a muitos jovens aceder ao financiamento bancário com menores exigências de entrada inicial, facilitando a compra da primeira habitação. No entanto, o forte aumento da procura levou o Banco de Portugal a reforçar as regras aplicáveis à concessão de crédito, com o objetivo de promover uma maior prudência na avaliação da capacidade financeira dos mutuários e reduzir o risco de situações de sobre-endividamento. As novas orientações procuram assegurar que o acesso ao crédito continua a ser compatível com a capacidade de pagamento dos consumidores, preservando simultaneamente a estabilidade do sistema financeiro e a sustentabilidade dos empréstimos concedidos. -
Governo aumenta em 2,2% o valor do selo fiscal aplicado ao tabaco em 2027.
O aumento diz respeito ao selo fiscal aplicado aos produtos do tabaco, um encargo suportado pelas empresas fabricantes e importadoras no momento da introdução dos produtos no mercado. No entanto, na prática, este acréscimo de custos poderá vir a refletir-se no preço final pago pelos consumidores, caso as empresas optem por repercutir esse aumento no valor de venda dos maços de tabaco. Embora o imposto seja legalmente devido pelas tabaqueiras, é frequente que este tipo de encargos fiscais seja parcialmente ou totalmente incorporado no preço de comercialização, contribuindo para um eventual aumento do custo dos produtos do tabaco para o consumidor final. -
IUC deixa de ser pago no mês da matrícula e passa a ter uma data única de pagamento.
O Governo aprovou uma alteração ao regime de pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), passando este imposto a ser liquidado de acordo com um calendário anual de datas fixas, deixando de estar associado ao mês da matrícula do veículo. -
Número de pessoas a receber o RSI é o mais baixo das últimas duas décadas.
A afirmação foi proferida pelo deputado do Partido Socialista (PS), Miguel Cabrita, durante uma intervenção no decorrer de um debate parlamentar. -
Pagar com saldo acumulado no cartão elimina o IVA devido pelos supermercados?
Uma questão enviada por um leitor levantou uma dúvida que poderá ser comum a muitos consumidores: os supermercados deixam de entregar o IVA ao Estado quando as compras são pagas com saldo acumulado no cartão de cliente? A dúvida surgiu depois de o consumidor ter utilizado o saldo acumulado no Cartão Continente para pagar a totalidade das suas compras. Ao consultar o talão, verificou que, apesar de cada produto apresentar as respetivas taxas de IVA (6%, 13% e 23%), o resumo final indicava um valor de IVA de 0,00 euros, o que levou a questionar se, nestas situações, o imposto deixa efetivamente de ser entregue ao Estado. -
Se vendeu a sua casa em 2025, ainda terá de pagar IMI em 2026?
Quem vender uma casa em abril de 2025 já não terá de pagar o IMI dessa habitação em 2026, porque deixou de ser proprietário antes de 31 de dezembro de 2025. -
Governo alarga prazo de entrega da declaração de IRC até 19 de junho
O Ministério das Finanças decidiu alargar o prazo para a entrega da declaração de IRC referente ao exercício de 2025, fixando como nova data-limite o dia 19 de junho. A informação foi confirmada à agência Lusa por fonte oficial do Ministério. -
Entrega do IRS 2026
A entrega do IRS em 2026 (referente aos rendimentos de 2025) decorre entre 1 de abril e 30 de junho. O processo é realizado exclusivamente através do Portal das Finanças. -
Prestação da casa ao banco vai subir
Devido à guerra, a prestação da casa vai aumentar já para quem tiver a revisão do contrato em abril. A Euribor a 12 meses aproxima‑se dos 3%, e o Banco Central Europeu poderá voltar a subir as taxas de juro no próximo mês. -
Parlamento aprova pacote fiscal para reforçar a oferta de habitação
O Parlamento aprovou, esta sexta-feira, dois diplomas do pacote de habitação do Governo, centrados no desagravamento fiscal e na simplificação dos processos urbanísticos. As propostas passaram em votação final global com os votos favoráveis do PSD, CDS-PP e IL. As iniciativas concedem autorizações legislativas ao Governo: uma para introduzir medidas fiscais de incentivo à oferta de habitação e outra para rever os regimes de licenciamento, urbanização e reabilitação urbana. A proposta com medidas fiscais foi votada contra por PS, Livre, PCP e BE, enquanto Chega, PAN e JPP optaram pela abstenção. Já o diploma relativo às alterações no licenciamento urbanístico contou com votos contra de PCP, BE, PAN e Livre, e abstenção de Chega, PS e JPP. O projeto-lei alternativo do PS, apresentado em janeiro para reforçar o acesso à habitação permanente e combater a especulação imobiliária, foi chumbado na generalidade, com votos contra de Chega, CDS-PP, IL e PSD. -
Preços elevados das casas afastam portuenses do centro da cidade
A crise habitacional agrava-se nos grandes centros urbanos, e o Porto não é exceção. Com os preços das casas a dispararem, muitas famílias procuram alternativas fora da cidade, em busca de habitação mais acessível. -
Inflação abranda para 1,9% em janeiro
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor estimada para janeiro é inferior, em 0,3 pontos percentuais, à observada no mês anterior, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE). -
Economia portuguesa cresce 1,9% em 2025
A economia nacional registou em 2025 um crescimento de 1,9%, impulsionado sobretudo pela procura interna. Segundo os dados divulgados, este desempenho reflete uma aceleração do consumo privado e do investimento, embora a formação bruta de capital fixo tenha registado uma desaceleração. Especialistas sublinham que, apesar do crescimento moderado, o comportamento da procura interna mostra uma resiliência da economia face a desafios externos, com famílias e empresas a manterem níveis elevados de gasto e investimento em certos setores. -
Avaliação bancária das casas sobe 19%
O valor das casas em Portugal continua a subir, embora a taxa de variação tenha sido menor do que nos períodos anteriores. Em setembro de 2025, o valor das transações de casas usadas cresceu 33,6% em termos homólogos, enquanto o valor das habitações novas cresceu 22%, de acordo com a Euronews. Os preços variam consoante a localização, tipo de construção e acabamentos, com preços que variam entre 1.100€ e 1.400€ por metro quadrado para uma casa térrea de construção tradicional com acabamentos médios. -
Novas regras das despesas com obras.
Vai remodelar ou reabilitar um imóvel? Saiba como isso impacta os seus impostos Se está a pensar remodelar a sua casa ou reabilitar um imóvel para venda ou arrendamento, é fundamental conhecer os impactos fiscais destas intervenções. Desde os benefícios no IVA e IMI até às deduções no IRS e isenções de IMT, reunimos toda a informação relevante para que possa planear a sua obra com total segurança fiscal — e evitar surpresas com a Autoridade Tributária (AT). -
Reabilitação Urbana em Portugal
Preservar o Património e Impulsionar o Futuro A reabilitação urbana tem ganho destaque crescente em Portugal, representando uma poderosa convergência entre preservação histórica e modernização urbana. Este movimento não apenas valoriza o património arquitetónico do país, como também cria oportunidades de desenvolvimento sustentável nas cidades. Com foco na renovação de edifícios antigos, a reabilitação urbana impulsiona o valor dos imóveis e transforma os centros urbanos em espaços mais funcionais, inclusivos e atrativos — tanto para habitação como para turismo e comércio. A Aluga Seguro é um dos principais nomes no setor imobiliário, atuando com eficácia na gestão de arrendamento em zonas onde a reabilitação urbana atrai novos inquilinos e investidores, revitalizando comunidades e dinamizando o mercado.