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Menos retenção na fonte dá mais dinheiro ao fim do mês, mas não significa pagar menos imposto
As mudanças introduzidas nas retenções na fonte nos últimos dois anos alteraram o valor que muitos contribuintes entregam antecipadamente ao Estado. Segundo a Deco Proteste, essa redução pode traduzir-se num reembolso menor no momento da liquidação anual e, em algumas situações, levar mesmo a que haja imposto adicional a pagar. -
Orçamento do Estado para 2027: Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos propõe salário mínimo de 1.050 euros na Função Pública
A Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos apresentou um conjunto de propostas para integrar a discussão do Orçamento do Estado para 2027. Entre as principais medidas defendidas estão a melhoria dos salários, a atualização das carreiras profissionais, o reforço dos direitos laborais e a redução da precariedade no setor público. As propostas estão reunidas no documento “Valorizar os trabalhadores. Valorizar as Carreiras. Fortalecer os serviços públicos”, que define dez áreas consideradas prioritárias para os trabalhadores e para o funcionamento da Administração Pública. -
Inflação aponta para um possível aumento de 2,5% nas rendas no próximo ano.
As rendas poderão subir cerca de 2,5% já em janeiro 2026. Nos últimos cinco anos, o aumento acumulado ultrapassa os 15% e, nos novos contratos, os valores poderão subir ainda mais. -
Crédito à habitação: prestação mensal poderá agravar-se até 7% até dezembro.
Apesar de o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido, na última reunião, manter inalteradas as taxas de juro diretoras, os analistas consideram que este período de estabilidade poderá ser temporário. A evolução da conjuntura económica internacional, em particular o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e uma eventual subida sustentada dos preços do petróleo, poderá voltar a pressionar a inflação na Zona Euro. Caso esse cenário se confirme, aumentam as expectativas de que o BCE possa ser levado a retomar o ciclo de subida das taxas de juro, sendo admitida por alguns analistas a possibilidade de até duas novas atualizações antes do final do ano, com impacto direto no custo do crédito, nomeadamente nos empréstimos à habitação indexados à Euribor. -
Financiamento à habitação com garantia pública alcança valor recorde entre os jovens.
O crédito à habitação destinado à compra de casa por jovens continua a ganhar peso no mercado. No segundo trimestre do ano, mais de metade dos novos empréstimos para aquisição de habitação própria permanente foram concedidos a jovens ao abrigo da garantia pública do Estado, registando o valor mais elevado desde a entrada em vigor desta medida. A crescente adesão ao mecanismo de garantia pública tem permitido a muitos jovens aceder ao financiamento bancário com menores exigências de entrada inicial, facilitando a compra da primeira habitação. No entanto, o forte aumento da procura levou o Banco de Portugal a reforçar as regras aplicáveis à concessão de crédito, com o objetivo de promover uma maior prudência na avaliação da capacidade financeira dos mutuários e reduzir o risco de situações de sobre-endividamento. As novas orientações procuram assegurar que o acesso ao crédito continua a ser compatível com a capacidade de pagamento dos consumidores, preservando simultaneamente a estabilidade do sistema financeiro e a sustentabilidade dos empréstimos concedidos. -
Governo aumenta em 2,2% o valor do selo fiscal aplicado ao tabaco em 2027.
O aumento diz respeito ao selo fiscal aplicado aos produtos do tabaco, um encargo suportado pelas empresas fabricantes e importadoras no momento da introdução dos produtos no mercado. No entanto, na prática, este acréscimo de custos poderá vir a refletir-se no preço final pago pelos consumidores, caso as empresas optem por repercutir esse aumento no valor de venda dos maços de tabaco. Embora o imposto seja legalmente devido pelas tabaqueiras, é frequente que este tipo de encargos fiscais seja parcialmente ou totalmente incorporado no preço de comercialização, contribuindo para um eventual aumento do custo dos produtos do tabaco para o consumidor final. -
IUC deixa de ser pago no mês da matrícula e passa a ter uma data única de pagamento.
O Governo aprovou uma alteração ao regime de pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), passando este imposto a ser liquidado de acordo com um calendário anual de datas fixas, deixando de estar associado ao mês da matrícula do veículo. -
Número de pessoas a receber o RSI é o mais baixo das últimas duas décadas.
A afirmação foi proferida pelo deputado do Partido Socialista (PS), Miguel Cabrita, durante uma intervenção no decorrer de um debate parlamentar. -
Pagar com saldo acumulado no cartão elimina o IVA devido pelos supermercados?
Uma questão enviada por um leitor levantou uma dúvida que poderá ser comum a muitos consumidores: os supermercados deixam de entregar o IVA ao Estado quando as compras são pagas com saldo acumulado no cartão de cliente? A dúvida surgiu depois de o consumidor ter utilizado o saldo acumulado no Cartão Continente para pagar a totalidade das suas compras. Ao consultar o talão, verificou que, apesar de cada produto apresentar as respetivas taxas de IVA (6%, 13% e 23%), o resumo final indicava um valor de IVA de 0,00 euros, o que levou a questionar se, nestas situações, o imposto deixa efetivamente de ser entregue ao Estado. -
Se vendeu a sua casa em 2025, ainda terá de pagar IMI em 2026?
Quem vender uma casa em abril de 2025 já não terá de pagar o IMI dessa habitação em 2026, porque deixou de ser proprietário antes de 31 de dezembro de 2025. -
Governo alarga prazo de entrega da declaração de IRC até 19 de junho
O Ministério das Finanças decidiu alargar o prazo para a entrega da declaração de IRC referente ao exercício de 2025, fixando como nova data-limite o dia 19 de junho. A informação foi confirmada à agência Lusa por fonte oficial do Ministério. -
Entrega do IRS 2026
A entrega do IRS em 2026 (referente aos rendimentos de 2025) decorre entre 1 de abril e 30 de junho. O processo é realizado exclusivamente através do Portal das Finanças. -
Prestação da casa ao banco vai subir
Devido à guerra, a prestação da casa vai aumentar já para quem tiver a revisão do contrato em abril. A Euribor a 12 meses aproxima‑se dos 3%, e o Banco Central Europeu poderá voltar a subir as taxas de juro no próximo mês. -
Parlamento aprova pacote fiscal para reforçar a oferta de habitação
O Parlamento aprovou, esta sexta-feira, dois diplomas do pacote de habitação do Governo, centrados no desagravamento fiscal e na simplificação dos processos urbanísticos. As propostas passaram em votação final global com os votos favoráveis do PSD, CDS-PP e IL. As iniciativas concedem autorizações legislativas ao Governo: uma para introduzir medidas fiscais de incentivo à oferta de habitação e outra para rever os regimes de licenciamento, urbanização e reabilitação urbana. A proposta com medidas fiscais foi votada contra por PS, Livre, PCP e BE, enquanto Chega, PAN e JPP optaram pela abstenção. Já o diploma relativo às alterações no licenciamento urbanístico contou com votos contra de PCP, BE, PAN e Livre, e abstenção de Chega, PS e JPP. O projeto-lei alternativo do PS, apresentado em janeiro para reforçar o acesso à habitação permanente e combater a especulação imobiliária, foi chumbado na generalidade, com votos contra de Chega, CDS-PP, IL e PSD. -
Preços elevados das casas afastam portuenses do centro da cidade
A crise habitacional agrava-se nos grandes centros urbanos, e o Porto não é exceção. Com os preços das casas a dispararem, muitas famílias procuram alternativas fora da cidade, em busca de habitação mais acessível. -
Inflação abranda para 1,9% em janeiro
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor estimada para janeiro é inferior, em 0,3 pontos percentuais, à observada no mês anterior, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE). -
Economia portuguesa cresce 1,9% em 2025
A economia nacional registou em 2025 um crescimento de 1,9%, impulsionado sobretudo pela procura interna. Segundo os dados divulgados, este desempenho reflete uma aceleração do consumo privado e do investimento, embora a formação bruta de capital fixo tenha registado uma desaceleração. Especialistas sublinham que, apesar do crescimento moderado, o comportamento da procura interna mostra uma resiliência da economia face a desafios externos, com famílias e empresas a manterem níveis elevados de gasto e investimento em certos setores. -
Avaliação bancária das casas sobe 19%
O valor das casas em Portugal continua a subir, embora a taxa de variação tenha sido menor do que nos períodos anteriores. Em setembro de 2025, o valor das transações de casas usadas cresceu 33,6% em termos homólogos, enquanto o valor das habitações novas cresceu 22%, de acordo com a Euronews. Os preços variam consoante a localização, tipo de construção e acabamentos, com preços que variam entre 1.100€ e 1.400€ por metro quadrado para uma casa térrea de construção tradicional com acabamentos médios. -
Novas regras das despesas com obras.
Vai remodelar ou reabilitar um imóvel? Saiba como isso impacta os seus impostos Se está a pensar remodelar a sua casa ou reabilitar um imóvel para venda ou arrendamento, é fundamental conhecer os impactos fiscais destas intervenções. Desde os benefícios no IVA e IMI até às deduções no IRS e isenções de IMT, reunimos toda a informação relevante para que possa planear a sua obra com total segurança fiscal — e evitar surpresas com a Autoridade Tributária (AT). -
Reabilitação Urbana em Portugal
Preservar o Património e Impulsionar o Futuro A reabilitação urbana tem ganho destaque crescente em Portugal, representando uma poderosa convergência entre preservação histórica e modernização urbana. Este movimento não apenas valoriza o património arquitetónico do país, como também cria oportunidades de desenvolvimento sustentável nas cidades. Com foco na renovação de edifícios antigos, a reabilitação urbana impulsiona o valor dos imóveis e transforma os centros urbanos em espaços mais funcionais, inclusivos e atrativos — tanto para habitação como para turismo e comércio. A Aluga Seguro é um dos principais nomes no setor imobiliário, atuando com eficácia na gestão de arrendamento em zonas onde a reabilitação urbana atrai novos inquilinos e investidores, revitalizando comunidades e dinamizando o mercado.